Dia Mundial do Transtorno Bipolar

Hoje é o Dia Mundial do Transtorno Bipolar e a data foi escolhida por ser o aniversário de Vincent Van Gogh, que foi postumamente diagnosticado com esse transtorno. A visão principal dessa data é conscientizar as pessoas sobre o transtorno bipolar e também eliminar alguns estigmas.

O transtorno bipolar é uma doença mental marcada por mudanças extremas de humor. Os sintomas podem incluir um humor extremamente elevado, chamado mania. Eles também podem incluir episódios de depressão. O transtorno bipolar também é conhecido como doença bipolar ou depressão maníaca.

Pessoas com transtorno bipolar podem ter problemas para gerenciar as tarefas da vida cotidiana na escola ou no trabalho, ou para manter relacionamentos. Não há cura, mas existem muitas opções de tratamento disponíveis que podem ajudar a controlar os sintomas.

Homens e mulheres são diagnosticados com transtorno bipolar igualmente, porém, existem três tipos principais de transtorno bipolar: bipolar I, bipolar II e ciclotimia e o médico será capaz de diagnosticar corretamente.

Vários tratamentos estão disponíveis que podem ajudá-lo a controlar seu transtorno bipolar. Isso inclui medicamentos, aconselhamento e mudanças no estilo de vida. Mas antes de tudo, é muito importante procurar um médico especialista.

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Tuberculose: sintomas e tratamentos

Hoje é o Dia Mundial da Tuberculose, criado para conscientizar a população sobre as devastadoras consequências da doença e intensificar os esforços para acabar com a epidemia global de tuberculose.

A OMS estima que há aproximadamente 9,6 milhões de casos todos os anos, sendo uma morte a cada 21 segundos. Essa é uma doença infecciosa grave e está entre as 10 causas de morte no mundo: são 10 milhões de casos por ano e mais de 1 milhão de óbitos. No Brasil, em 2019, foram registrados 73.864 mil casos novos da doença.

A tuberculose é uma doença bacteriana infecciosa causada por Mycobacterium tuberculosis, que afeta principalmente os pulmões. É transmitida através do contato com a saliva de pessoas infectadas. A pessoa com tuberculose expele, ao falar, espirrar ou tossir, pequenas gotas de saliva que contêm o agente infeccioso, que é aspirado por outra pessoa.

Um dos principais sintomas é a tosse com duração de duas ou mais semanas, acompanhada ou não de febre ao final da tarde, suor noturno e emagrecimento. Os maiores grupos de risco estão entre aqueles que vivem com o vírus HIV/AIDS, diabéticos, pessoas que convivem com doentes infectados, pessoas em situação de rua ou privados de liberdade.

O diagnóstico se dá através do exame de escarro, seu tratamento é gratuito e deve ser feito por um período mínimo de 6 meses – através do uso de antibióticos. Ao identificar esses sintomas o ideal é procurar um médico o mais rápido possível. Além disso, deve ser feito uma pesquisa de infecção entre familiares e pessoas próximas e pode ser necessário que essas pessoas façam um tratamento específico para evitar o desenvolvimento e propagação da doença.

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O que é ter saúde bucal?

A saúde bucal é um indicador chave da saúde geral, bem-estar e qualidade de vida. Abrange uma gama de doenças e condições que incluem cárie dentária, doença periodontal (gengiva), perda de dente, câncer oral, manifestações orais de infecção por HIV, traumas e defeitos congênitos, como lábio leporino e fenda palatina. 

De acordo com a OMS, há uma estimativa de que as doenças bucais afetam 3,5 bilhões de pessoas em todo o mundo. Os cânceres de lábio e cavidade oral estão entre os 15 tipos de câncer mais comuns em todo o mundo, com quase 180.000 mortes a cada ano, segundo a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer.

A saúde bucal afeta todos os aspectos de nossas vidas, pois a nossa boca é uma janela para a saúde do corpo, podendo mostrar sinais de deficiências nutricionais ou infecção geral. As doenças sistêmicas, aquelas que afetam todo o corpo, podem se tornar aparentes pela primeira vez devido a lesões na boca ou outros problemas orais.

É possível praticar uma boa higiene oral escovando os dentes diariamente, utilizando creme dental com flúor, limpando entre os dentes uma vez ao dia com fio dental ou outro limpador interdental, trocando a escova a cada três ou quatro meses e seguindo uma dieta balanceada. 

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Saúde da Mulher: Dicas de prevenção

As mulheres são a maioria da população brasileira (50,77%) e, de acordo com o Ministério da Saúde, são as principais usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS). As maiores ameaças à saúde das mulheres são frequentemente evitáveis. Por isso, listamos tudo o que você, mulher, precisa saber para viver uma vida mais longa e saudável.

Gerenciamento de condições crônicas:

Se você tem problemas de saúde – como colesterol alto, pressão alta ou diabetes – que aumentam o risco de doença cardíaca e derrame, siga as recomendações de tratamento do seu médico. Além disso, consulte seu médico sobre quando você deve fazer mamografias e outros exames de câncer.

Adote um estilo de vida mais saudável

Embora não seja possível eliminar fatores de risco, como histórico familiar, pode-se controlar outros fatores de risco para doenças cardíacas, derrame cerebral e câncer. Por exemplo:

 

  • Não fume: se você fuma ou usa outros produtos do tabaco, peça ao seu médico para ajudá-lo a parar. Evite a exposição ao fumo passivo;

 

 

  • Faça uma dieta saudável: escolha vegetais, frutas, grãos inteiros, alimentos ricos em fibras e fontes magras de proteína, como peixes. Limite os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans e alimentos com adição de açúcar e sódio;

 

 

  • Mantenha-se no peso ideal: perder quilos em excesso – e mantê-los – pode diminuir o risco de doenças cardíacas, bem como de vários tipos de câncer;

 

 

  • Mexa-se: os exercícios podem ajudá-la a controlar seu peso, reduzir o risco de doenças cardíacas e derrames. Também pode diminuir o risco de certos tipos de câncer. Escolha atividades que você goste, de caminhada rápida a dança de salão. Todas as formas de exercício diminui seu risco;

 

 

  • Limite o álcool: se você optar por beber álcool, faça-o apenas com moderação. Para as mulheres, isso significa não mais do que uma bebida por dia. Isso significa 355 mililitros de cerveja ou 148 mililitros de vinho. O risco de vários tipos de câncer – incluindo câncer de mama e de fígado – parece aumentar com a quantidade de álcool que você bebe e com o tempo que você bebe regularmente. Muito álcool também pode aumentar sua pressão arterial e aumentar o risco de ataque cardíaco e derrame;
  • Controle o estresse: se você se sente constantemente nervosa ou sob ataque, seus hábitos de vida podem ser prejudicados – assim como seu sistema imunológico. Tome medidas para reduzir o estresse – ou aprenda a lidar com o estresse de maneira saudável;

    Lembre-se: um estilo de vida saudável também pode desempenhar um papel na prevenção da doença de Alzheimer.

    Não abra mão do que mais importa: a sua saúde.Faça o que puder para levar um estilo de vida saudável, consulte um médico e faça exames regularmente. 

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Obesidade: tratamentos e causas

A palavra “obesidade” é usada para descrever uma condição de alguém que está muito acima do peso. É um problema comum no mundo inteiro e, segundo a OMS, há uma estimativa de que até 2025 2,3 bilhões de adultos ao redor do mundo estejam acima do peso, sendo 700 milhões de indivíduos com obesidade, isto é, com um índice de massa corporal (IMC) acima de 30.

No Brasil, a doença teve um aumento de 67,8% nos últimos treze anos, sendo a maior taxa de crescimento entre adultos de 25 a 34 anos (84,2%) e de 35 a 44 anos (81,1%). Hoje, no país, 20,7% das mulheres têm obesidade e 18,7% dos homens.

As causas mais comuns da obesidade incluem:

 

  • Genética: afeta a forma como o corpo processa os alimentos em energia e como a gordura é armazenada;
  • Envelhecimento: pode levar a menos massa muscular e uma taxa metabólica mais lenta, tornando mais fácil ganhar peso
  • Qualidade do sono: pode levar a mudanças hormonais que fazem você sentir mais fome e desejar certos alimentos de alto teor calórico
  • Gravidez: o ganho de peso durante a gravidez pode ser difícil de perder e pode, eventualmente, levar à obesidade

 

 

Além disso, algumas condições de saúde também podem levar ao ganho de peso e, consequentemente, à obesidade. São eles:

 

  • Síndrome do Ovário Policístico (SOP): condição que causa um desequilíbrio dos hormônios reprodutivos femininos
  • Síndrome de Prader-Willi: condição rara presente ao nascimento que causa fome excessiva
  • Síndrome de Cushing: condição causada por níveis elevados de cortisol (o hormônio do estresse) em seu sistema
  • Hipotireoidismo: condição em que a glândula tireoide não produz o suficiente de certos hormônios importantes

 

Se você tem obesidade e não consegue perder peso por conta própria, há ajuda médica disponível. Essa equipe pode incluir nutricionistas, terapeutas e endocrinologistas.

O médico responsável trabalhará com você para fazer as mudanças necessárias no estilo de vida. Às vezes medicamentos ou cirurgia para perda de peso podem ser recomendados.

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Distúrbios da Tireóide

A tireóide é uma pequena glândula em forma de borboleta localizada na base do pescoço. Ela faz parte do sistema endócrino, que é responsável por coordenar muitas das atividades do seu corpo. A glândula tireóide fabrica hormônios que regulam o metabolismo do seu corpo.

Vários distúrbios diferentes podem surgir quando sua tireoide produz hormônio em excesso (hipertireoidismo) ou não o suficiente (hipotireoidismo). A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) estima que 60% da população brasileira venham desenvolver algum nódulo na tireoide, seja criança, adulto ou idoso. A estimativa é que desses 5% sejam cancerígenos.

Como uma das formas de manifestação dos distúrbios da tireóide, podemos citar o Hipertireoidismo e o Hipotireoidismo. 

No hipertireoidismo, a glândula tireoide está hiperativa. Ele produz muito de seu hormônio e afeta, sobretudo, mulheres de 20 a 40 anos, mas também pode se instalar em homens e idosos. Em seu estágio avançado, pode apresentar sintomas como perda de peso sem motivo aparente, fadiga, transpiração em excesso, fraqueza muscular, tremor nas mãos, diarréias frequentes, menstruação irregular, ansiedade e irritabilidade.

Já o hipotireoidismo é o oposto do hipertireoidismo. A glândula tireóide está hipoativa e não consegue produzir hormônios suficientes. Dados apontam que cerca de 1 a cada 4 brasileiros sofrem com hipotiroidismo, mas não tratam ou o fazem inadequadamente. Além disso, estima-se que 4,7 milhões de pessoas com a doença no Brasil, ainda não foram diagnosticadas.

Embora não seja possível prevenir doenças da tireoide, suas complicações podem ser prevenidas através de um diagnóstico correto, seguido por tratamento. Consulte um endocrinologista para esclarecer todas as suas dúvidas. 

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Anemia: o que é e como combater

A anemia é definida como um baixo número de glóbulos vermelhos. Em um exame de sangue de rotina, a anemia é relatada como hemoglobina baixa ou hematócrito. A hemoglobina é a proteína principal dos glóbulos vermelhos. Ela carrega oxigênio e o distribui por todo o corpo. Se alguém tiver anemia, isso significa que o nível de hemoglobina também estará baixo. Se estiver baixo o suficiente, os tecidos ou órgãos podem não receber oxigênio suficiente. Os sintomas de anemia, como fadiga ou falta de ar, ocorrem porque seus órgãos não estão recebendo o que precisam para funcionar como deveriam.

Mulheres, crianças pequenas e pessoas com doenças de longa duração têm maior probabilidade de ter anemia. No Brasil, dados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher de 2006 apontam que 29,4% das mulheres de 15 a 49 anos apresentavam anemia, enquanto a prevalência em crianças foi de 20,9%.

Existem muitos tipos de anemia. Todos têm diferentes causas e tratamentos. Algumas formas – como a anemia leve que ocorre durante a gravidez – não são uma grande preocupação. Mas alguns tipos de anemia podem refletir uma condição médica subjacente séria.

Os sinais de anemia podem ser tão leves que você pode nem notá-los. A certa altura, à medida que as células sanguíneas diminuem, os sintomas costumam se desenvolver. Dependendo da causa da anemia, os sintomas podem incluir:

 

 

  • Tonturas, vertigens ou sensação de estar prestes a desmaiar
  • Batimento cardíaco rápido ou incomum
  • Dor de cabeça
  • Dor, incluindo nos ossos, tórax, barriga e articulações
  • Problemas de crescimento para crianças e adolescentes
  • Falta de ar
  • Pele pálida ou amarela
  • Mãos e pés frios
  • Cansaço ou fraqueza

 

 

Uma alimentação balanceada, rica em ferro, ácido fólico, vitaminas B12 e C é essencial para manter o bom funcionamento do corpo e, principalmente, garantir a produção da hemoglobina.

É importante também sempre estar atento aos sintomas e fazer exames periodicamente. Aqui na VidaClass você tem acesso aos melhores profissionais e laboratórios do país! Acesse a nossa plataforma e marque um horário hoje mesmo: www.vidaclass.com.br

Vacinas: tipos e reações

A vacina surgiu pela primeira vez em 1978, graças ao médico e cientista inglês Edward Jenner. De lá para cá, essa tecnologia foi a responsável pela cura e erradicação de doenças em todo o globo. 

Mas por que precisamos nos vacinar? As vacinas ensinam o nosso corpo a lutar contra infecções, impedindo a contaminação de algumas doenças ou tornando seus sintomas mais leves. 

Seguem esse mesmo princípio as vacinas que estão em teste para tratar o novo Coronavírus, que atualmente trabalham com quatro principais técnicas:

 

Vacinas de vírus inativado: essa é uma das formas mais comuns de imunização disponíveis no mundo, basicamente contém amostras do vírus morto (inativado);

Vacinas de vetor viral: o vírus é modificado em laboratório (incapaz de se replicar) e é inserido nele a proteína ativa de outro vírus, fazendo com que o corpo produza uma resposta imunológica ao mecanismo de ataque do vírus; 

Vacinas genéticas: gera a produção voluntária de defesas do organismo, ao inserir no corpo ácidos nucléicos do vírus;

Vacinas proteicas sub-unitárias: são produzidas apenas com fragmentos do vírus. Essas proteínas isoladas criam o mecanismo de imunização. 

Todas elas têm por objetivo expor o indivíduo a um antígeno, porém não são capazes de causar a doença. Além disso, provocam uma resposta que pode matar ou bloquear o vírus no organismo. 

Até o momento, pouquíssimas reações foram relatadas, entre as mais de 3 milhões de pessoas vacinadas no mundo. Porém, ainda não há estudos conclusivos em relação à imunização de gestantes, lactantes, crianças e pessoas com alergias severas. 

Conversar com um profissional da saúde capacitado é sempre a melhor recomendação. Por isso, para saber se você está apto para essa e outras imunizações, marque uma consulta hoje mesmo, através da nossa plataforma de telemedicina e fale com um médico sem sair de casa. Acesse: www.vidaclass.com.br/telemedicina

Dia Mundial do Câncer: prevenção

O Dia Mundial do Câncer é uma iniciativa da Union for International Cancer Control (UICC), a maior e mais antiga organização internacional do câncer, dedicada a liderar iniciativas de defesa para reduzir a carga global da doença, garantir maior equidade e integrar o controle do câncer à agenda mundial de saúde e desenvolvimento.

De acordo com um estudo publicado pela revista médica The Lancet, o Câncer ocupa o segundo lugar de doenças que mais causam mortes no Brasil, atrás apenas das cardiovasculares. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) aponta também que entre 2020 e 2022 ocorrerão cerca de 625 mil casos anualmente. 

Mas então, o que fazer para contribuir com o controle da doença? Além de políticas públicas e campanhas focadas na saúde, existem algumas recomendações que, se seguidas, podem contribuir para a prevenção dos mais variados tipos de câncer. Abaixo, listamos algumas:

 

 

  • Saúde: mantenha seu peso dentro de uma faixa saudável e evite o ganho de peso na vida adulta;

 

 

  • Seja fisicamente ativo: seja fisicamente ativo como parte da vida cotidiana – ande mais e sente menos;

 

 

  • Alimente-se corretamente: faça grãos integrais, vegetais, frutas e leguminosas como feijão e lentilha, uma parte importante de sua dieta diária normal. Além disso, evite a ingestão de comidas processadas e fast food;

 

 

  • Diminua o consumo de álcool, refrigerante e bebidas artificialmente adoçadas.

 

Existem alguns tipos de câncer que, se diagnosticados precocemente, têm chances de cura de até 99%, por isso, é muito importante fazer exames médicos periodicamente. 

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Artroses nas mãos: principais fatores e tratamentos

Muitos ossos do corpo, incluindo os dos pulsos e das mãos, são protegidos por cartilagem. A cartilagem pode se desgastar com o tempo. Como resultado, uma pessoa pode ter uma condição conhecida como osteoartrite, também conhecida por artrose.

As mulheres têm maior probabilidade de sofrer de osteoartrite do que os homens, e as causas mais comuns incluem idade, movimento repetitivo das articulações e trauma. A genética também pode desempenhar um fator no desenvolvimento da osteoartrite.

A artrite nas mãos também pode ser causada por artrite reumatóide ou artrite pós-traumática e enquanto a osteoartrite se deve a alterações degenerativas na cartilagem, a AR é o resultado de uma doença auto-imune.

Embora uma pessoa possa ter AR em qualquer idade, a idade de início mais comum é entre 40 e 60 anos. Além disso, também é possível ter artrite pós-traumática nas mãos, ou seja, depois que uma pessoa danificou as mãos, como em um acidente ou lesão esportiva.

Dedos ou pulsos quebrados ou torcidos também podem causar artrite pós-traumática. As lesões podem acelerar a degradação da cartilagem protetora, bem como causar inflamação.

Infelizmente ainda não há cura para nenhum tipo de artrite nas mãos. O tratamento se concentra no alívio da dor e no controle da condição subjacente e em casos raros, o médico pode recomendar cirurgia para reparar uma articulação do dedo gravemente danificada.

Apenas o médico poderá te informar o tratamento que melhor tratá resultados para cada caso. Aqui na VidaClass você pode encontrar os melhores reumatologistas do país. Visite o nosso site ou baixe o nosso app e agende uma consulta hoje mesmo! Acesse: www.vidaclass.com.br