Remover a maquiagem antes de dormir: entenda a importância do hábito

Depois de um dia cansativo de trabalho, é difícil ter ânimo para cuidar da pele do rosto, não é? Grande parte das mulheres não tira a maquiagem antes de dormir, mas você sabe quais são os danos que essa falta de hábito pode causar para a sua pele?

Durante a noite é o período que sua pele melhor absorve os nutrientes, mas para isso ela precisa estar limpa. Para que você fique atenta e comece a criar esse hábito, listamos 5 danos que não tirar a maquiagem para dormir podem gerar para a sua cútis. Confira!

Principais danos que a pele pode sofrer se você não tirar a maquiagem para dormir

1. Cravos e espinhas

A maquiagem guarda suor, sujeiras e poluição que acumulamos durante o dia. Dormir sem retirar produtos e impurezas da pele pode causar acnes e cravos, além de outras infecções no local. Essas infecções podem causar cicatrizes e manchas na pele.

2. Alergias

Na hora de escolher a maquiagem, é preciso tomar cuidado para que o produto não cause alergias e irritações na região. As reações podem acontecer de diversas formas, mesmo que o tempo de exposição ao produto tenha sido pequeno. Por isso, fique atenta aos componentes e às marcas das maquiagens que você escolher.

3. Ressecamento dos lábios

O ressecamento pode acontecer devido a alguns batons e gloss conterem óleos e químicos que prejudicam os lábios. O ressecamento excessivo pode gerar grande desconforto, como também feridas e sangramento da região.

4. Envelhecimento precoce da pele

Não tirar a maquiagem para dormir pode também causar o envelhecimento da pele do seu rosto. No longo prazo, sua pele pode ficar com os poros abertos e sem brilho, acelerando seu envelhecimento — apresentando rugas e sinais da idade antes do período natural.

5. Reações e problemas de pele

Além de problemas na pele como alergias, surgimento de acnes e cravos, o uso constante de rímel e sombras pode gerar reações também nos olhos, como vermelhidão, coceira e até conjuntivite. Por isso, é preciso ficar atento aos produtos e também à duração da maquiagem na pele para não causar problemas mais graves.

Dicas de como limpar a pele corretamente

Vencendo a preguiça de tirar a maquiagem depois de um dia de trabalho, é preciso aprender a cuidar da pele do seu rosto para que ela fique com aspecto saudável e limpa diariamente.

Invista nos demaquilantes

A melhor forma de retirar a maquiagem é usando produtos corretos para isso. Por isso, escolha o demaquilante que combine mais com a sua pele, evitando alergias e reações.

Outra questão importante: prefira algodão à toalha para garantir a higiene do processo.

Evite lenços umedecidos comuns

Ao escolher lenços para retirar a maquiagem, prefira os lenços umedecidos demaquilantes. Os comuns, apesar de amenizarem a pintura no rosto, não são 100% eficazes na remoção.

Hidrate sua pele

Para quem usa maquiagem diariamente e não quer prejudicar a pele do rosto, a dica é hidratar a pele depois da limpeza. Tratamentos antissinais, primers e cremes só podem ser usados depois da pele estar limpa.

Não tirar a maquiagem para dormir pode gerar consequências graves para a sua pele. Por isso, mantenha uma rotina de limpeza e cuidado para que sua pele continue sempre saudável e com ótimo aspecto!

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Câncer de pele: confira 4 dicas para se prevenir!

A exposição diária ao sol pode trazer muitas complicações para a nossa saúde e o câncer de pele é a mais perigosa. Sendo o mais recorrente na população, esse tipo de câncer se caracteriza pelo crescimento anormal e descontrolado das células da pele. Dessa forma, todos os cuidados na prevenção contra o câncer de pele são necessários. 

A doença é muito comum no Brasil, sendo 25% dos tumores malignos identificados. Por isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) iniciou a campanha “Dezembro Laranja”, e a mensagem desse ano é “se exponha, mas não se queime”, chamando a atenção para os riscos da exposição exagerada ao sol.

O câncer pode surgir muitos anos depois do período de exposição e pode ser de vários tipos. Os mais comuns são os carcinomas (basocelular e epidermoide), com incidência mais alta, porém menos graves. Os melanomas são menos comuns, mas com maior risco de metástase — quando a doença se espalha para outras partes do corpo.

Com o verão chegando, é preciso ter atenção redobrada nos cuidados para uma pele saudável. Por isso, listamos 4 dicas práticas para prevenção contra o câncer de pele. Acompanhe!

Dicas práticas para prevenção do câncer de pele

1. Use protetor solar

A proteção solar deve ser iniciada precocemente. Recomenda-se o uso de filtro solar a partir dos 6 meses de idade e, antes disso, a criança não deve se expor aos raios UV sem a proteção de roupas e chapéus.

O fator de proteção do filtro solar não deve ser menor do que 15 e deve ser aplicado pelo menos 20 minutos antes da exposição. Se você estiver no clube ou praia, é preciso retocar o produto de tempos em tempos.

2. Escolha a hora correta

A radiação solar no período das 10 às 16 horas é mais agressiva. Por isso, expor-se ao sol nessas horas significa colocar a saúde da sua pele em risco. Então, evite totalmente a exposição nesses horários, protegendo-se com chapéus e se abrigando de baixo de uma sombra, sempre usando o filtro solar.

3. Fique atento à sua pele

Pessoas albinas ou ruivas, com pele e olhos claros, que tenham histórico familiar de câncer de pele e muitas pintas pelo corpo possuem maior risco de desenvolver a doença. Por isso, fique sempre de olho nas mudanças da sua pele, como aparecimento de manchas, mudanças de cor e verrugas.

4. Consulte um dermatologista

Procure um profissional quando você perceber alguma alteração em sua pele. Além disso, procure consultá-lo pelo menos uma vez ao ano para avaliar se sua pele sofreu algum dano e, assim, receber a orientação adequada para a prevenção do câncer de pele.

Sintomas

Os sintomas mais comuns em uma lesão maligna são a pele rósea, avermelhada ou escura e crescimento progressivo (mesmo que lento) da mancha. Além disso, a lesão pode aparecer como uma ferida que não cicatriza ou como pintas que crescem devagar, mas que coçam, sangram ou sofrem alteração de cor, consistência e tamanho. É valido lembrar que quanto mais cedo a doença for diagnosticada, maiores são as chances de cura.

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Distúrbios hormonais: que principais causas que afetam as mulheres?

Cabelos sem vida, pele ressecada, perda ou ganho de peso sem motivo, suor excessivo ou menstruação irregular? Você pode estar apresentando sintomas de distúrbios hormonais. Segundo estudos, cerca de uma a cada quinze mulheres desenvolve algum tipo desses distúrbios. Por serem sintomas comuns, muitas vezes passam despercebidos.

Produzidos pelas glândulas endócrinas, os hormônios são responsáveis, principalmente, pelo metabolismo, pelo crescimento regular, pelo ciclo menstrual, pelo fornecimento de energia e pelo auxílio nas funções reprodutivas, ou seja, representam uma peça fundamental no bom funcionamento do organismo. Por isso, preparamos uma lista dos principais sintomas e possíveis distúrbios desse componente.

As principais causas dos distúrbios hormonais nas mulheres

O aparecimento dos distúrbios pode acontecer em qualquer idade, e alguns fatores podem contribuir para potencializar os sintomas. Listamos três dos principais causadores:

Predisposição genética

Em muitos casos, a predisposição genética é a causadora dos distúrbios hormonais, como os problemas na tiróide. Ainda assim, um estilo de vida saudável influencia na melhora da qualidade de vida, evitando maiores complicações.

Má alimentação

A nossa alimentação está diretamente ligada ao metabolismo do corpo. Quando comemos muito açúcar e carboidratos, a insulina, responsável pela metabolização da glicose, é liberada em maior quantidade, formando, assim, o tecido adiposo (gordura), o que pode gerar maiores prejuízos à saúde.

Estresse

O cortisol, conhecido como “hormônio do estresse”, em quantidades moderadas, ajuda a nos manter alertas, estabilizando a pressão arterial e diminuindo a queima de calorias para a economia de energia. O excesso desse hormônio traz grandes danos para o corpo, como insônia, perda muscular e alterações graves de humor. Pequenos hábitos podem ajudar a diminuir o estresse, como exercícios, respiração e boa alimentação.

Os principais tipos de distúrbios hormonais nas mulheres

Além de se informar sobre as causas, é importante que você conheça alguns dos principais distúrbios hormonais que afetam as mulheres.

Síndrome do Ovário Policístico (SOP)

Pesquisas científicas apontam que essa síndrome afeta cerca de 20% das mulheres na idade reprodutiva, e é bastante influenciada pela predisposição genética e pelo excesso de insulina no corpo. Esse distúrbio hormonal leva à formação de cistos nos ovários, causando também uma ovulação menos frequente e ciclos menstruais irregulares.

Hipertireoidismo

A tireoide é uma glândula responsável pela produção de hormônios metabólicos e, liberada em maior ou menor quantidade, pode afetar o organismo.

O hipertireoidismo, causado pelo excesso de produção, pode causar uma rápida perda de peso, além de cansaço constante, aumento da transpiração, menstruação irregular, infertilidade, entre outros.

Hipotireoidismo

Já a baixa produção desses hormônios causa ganho rápido de peso, além de cabelos secos, menstruação irregular e o aparecimento do bócio, um nódulo no pescoço.

Excesso de insulina

Já citado, o excesso de insulina traz prejuízos ao funcionamento do corpo. Por isso, evite ingerir sal em excesso, alimentos com muitos conservantes, álcool e alimentos alergênicos, como leite, açúcar e ovo.

Por fim, fazer atividades físicas, reduzir o consumo de alimentos gordurosos e controlar a ansiedade e o estresse são boas medidas na tentativa de evitar distúrbios hormonais. Não se esqueça também de manter seus exames de rotina em dia.

Se você quer saber mais sobre bem-estar, baixe nosso e-book sobre a saúde da mulher, para ajudá-la a cuidar da saúde em todas as fases de sua vida.

Saúde do futuro: agendar consultas particulares ficou mais fácil com a tecnologia

A melhoria nos serviços de saúde do país foi eleita como a prioridade número um para os brasileiros. Porém, o avanço e eficiência dos sistemas de saúde no país ainda estão longe do ideal. No caso do sistema público, a falta de informações sobre o envolvimento do médico com a indústria farmacêutica, a longa espera nas filas e o atendimento confuso são os entraves para a população. Já no sistema privado, mais de 70% dos brasileiros não têm plano de saúde – que também não oferecem alternativas econômicas para agendar consultas particulares.

Além disso, o aumento da expectativa de vida também leva preocupação aos familiares de idosos que precisam arcar com os altos custos de medicamentos, exames e consultas.

Acesso à saúde de qualidade pagando pouco

Um sistema on-line reúne clínicas, exames, hospitais e farmácias. Por ele, o paciente pode pesquisar um médico e, ainda na própria plataforma, agendar consultas em qualquer especialidade médica. Ele efetua o pagamento e um sistema inteligente envia os dados do agendamento para médico e paciente. Por ter uma ampla rede cadastrada de profissionais e serviços, você sempre consegue encontrar clínicas disponíveis* no sistema VidaClass Saúde. O cadastro é grátis e o usuário só paga quando usar.

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O que você precisa saber sobre a dengue para proteger a sua família

A dengue é uma doença que ficou bem conhecida pelos brasileiros, principalmente, a partir dos anos 1980. Isso aconteceu devido às sucessivas epidemias pelas quais o Brasil passou, assim como ocorreu em quase todo o mundo.

Pela mesma razão, a ciência pesquisou a fundo e encontrou novos detalhes sobre o mosquito vetor e sobre o vírus causador da doença. Essas descobertas têm ajudado os governos locais e a população a controlar sua ocorrência.

Pensando nisso, no post de hoje, reunimos informações essenciais que vão ajudar você a ficar por dentro de tudo o que precisa saber sobre a dengue para proteger a sua família. Continue a leitura e confira!

Sobre a dengue

Sintomas da dengue

Alguns sintomas básicos são bastante comuns, entre os quais:

  • febre alta repentina (acima de 38 graus Celsius);

  • dor de cabeça intensa;

  • dores musculares;

  • dores nas articulações;

  • cansaço intenso.

No entanto, podem aparecer apenas alguns desses sintomas ou, às vezes, nenhum. Isso mesmo: você pode ter dengue e nem ficar sabendo. Essa situação é possível porque um corpo saudável, com uma boa imunidade, isto é, com um sistema de defesa forte, consegue ele mesmo combater a doença.

Na verdade, o organismo sempre combate os vírus que o invadem e os sintomas constituem, exatamente, o resultado dessa luta do corpo contra a doença. Logo, quanto mais saudável estiver a pessoa, menos sintomas poderão surgir.

Causas da doença

A dengue é uma doença provocada por um vírus, que penetra no corpo por meio da picada do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de adquirir a doença. É um ciclo: o mosquito pica uma pessoa com o vírus da doença, fica contaminado e, ao picar outra pessoa, pode transmitir esse vírus.

Portanto, é preciso ser picado por um mosquito que esteja contaminado com o vírus para haver transmissão da doença. Se você for picado pelo mosquito e ele não estiver contaminado com o vírus da dengue, você não ficará doente.

Sobre o Aedes aegypti (mosquito transmissor da dengue)

Como vive o mosquito

O mosquito Aedes aegypti, originalmente, vivia em áreas silvestres. No entanto, encontrou muitas vantagens ao se transferir para viver na cidade. Desse modo, logo se adaptou e, hoje em dia, faz parte dos insetos que existem no meio urbano.

Essencialmente, ele precisa de 3 itens para viver e se multiplicar:

  • plantas para se alimentar — mosquitos se alimentam da seiva das plantas;

  • sangue para produzir os seus ovos — por isso apenas as fêmeas picam;

  • água para desenvolvimento de suas larvas — por esse motivo colocam os ovos em lugares com acúmulo de água parada.

Ciclo de vida

A maioria dos mosquitos possui 4 fases ao longo da vida:

  • ovo;

  • larva — que vive exclusivamente na água;

  • pupa — na qual ocorre a transformação de larva para adulto;

  • adulto alado — o mosquito que você vê voando.

A fêmea é fecundada pelo macho apenas uma vez. Assim, pode produzir ovos e fecundá-los ao longo de toda a sua vida (cerca de 30 dias).

Saiba o que fazer para se prevenir e para se tratar

Medidas de prevenção

O controle do mosquito Aedes aegypti se baseia, essencialmente, na eliminação de qualquer estrutura que possa conter água. Assim, considere, entre outros, os seguintes cuidados:

  • embale todo o lixo doméstico, reciclável ou orgânico, em sacos fechados;

  • recolha latinhas, copos descartáveis, sacos plásticos e tampas de recipientes;

  • coloque qualquer coisa que possa acumular água em local coberto;

  • mantenha as calhas e os jardins limpos;

  • vede bem todo recipiente que contiver água;

  • cubra os ralos do banheiro e da área de serviço.

Cuidados com a saúde

Quando observar sintomas como febre alta repentina, dor de cabeça e cansaço, procure logo uma assistência médica. Diversas doenças têm início com esses sintomas e, entre elas, a dengue.

Se tiver sido diagnosticado com dengue, mesmo que seja apenas uma suspeita, evite medicamentos como a aspirina. Além disso, faça ingestão de água regularmente para evitar a desidratação, sobretudo em épocas de baixa umidade do ar.

Então, agora que já sabe tudo sobre a dengue e como cuidar de você e da sua família, assine nossa newsletter e receba outras informações úteis sobre saúde e qualidade de vida!

Calvície: quais as principais causas da queda de cabelo nos homens?

Já ouviu falar em alopécia androgenética? Esse é o nome científico da famosa calvície masculina, problema que pode levar à redução parcial ou total dos cabelos.

Os homens são as maiores vítimas dessa adversidade. Em média, entre 30% e 50% da população masculina terá algum grau de calvície ao longo da vida, enquanto a taxa de ocorrência nas mulheres é de até 30%.

Não por acaso, existem muitos mitos sobre as causas da calvície masculina. Para esclarecer de vez todas as dúvidas sobre o assunto, apresentamos as 6 principais causas da queda de cabelos e o que você pode fazer para se prevenir.

Afinal, quais são as causas da calvície masculina?

1. Genética

A influência genética é a maior causa da calvície na população masculina. Nesses casos, jovens entre 15 e 17 anos já podem apresentar falhas nas laterais da testa e na parte superior da cabeça.

Não existe cura para esse caso, mas há tratamentos que podem diminuir a queda dos fios. No caso das regiões já afetadas pela calvície, o transplante capilar pode ser alternativa para disfarçar a falta de cabelo.

2. Alterações dos níveis hormonais

Alterações no funcionamento das glândulas endócrinas, como tireoide, suprarrenal e hipófise, levam à baixa imunidade, desregulam o organismo e dificultam a distribuição de nutrientes nos folículos capilares. Os fios ficam mais fracos e começam a cair. O mesmo acontece quando há um excesso do hormônio testosterona no organismo.

3. Deficiência de nutrientes

A alimentação é um fator importante quando o assunto é queda de cabelo. A falta das vitaminas B ou C e a ausência da ingestão recomendada de proteínas, carboidratos e minerais podem desencadear a calvície.

Dietas muito restritivas, geralmente, diminuem a ingestão desses alimentos, provocando enfraquecimento do cabelo. Ainda falando em alimentação, cuidado com o consumo de gorduras e frituras em excesso. Dietas hipercalóricas podem provocar um aumento da oleosidade do couro cabeludo.

Assim, para preservar os fios e fugir da calvície é importante que você mantenha uma dieta saudável e equilibrada e conte com a orientação profissional quando necessário.

4. Antidepressivos

O uso de antidepressivos costuma causar maior sensibilidade e queda dos fios. Isso porque esses medicamentos agem diretamente no sistema nervoso e na divisão celular, podendo interromper o ciclo habitual de produção e crescimento dos fios.

5. Fatores externos

Banhos muito quentes, a aplicação de gel e fixadores em excesso, assim como o uso frequente de secadores de cabelo podem levar à calvície masculina.

Prefira o banho em água fria ou morna e, caso seja indispensável o uso do secador, recomenda-se manter o aparelho a uma distância de, pelo menos, 30 centímetros do cabelo.

É possível prevenir a calvície masculina?

Como você viu, mesmo em casos de predisposição genética, é possível prevenir a queda dos fios. Por isso, procure um profissional especializado em calvície masculina e passe por uma avaliação médica para compreender melhor as especificidades do seu quadro.

Além de consultas de rotina, fique atento ao seu dia a dia. Procure também ler os rótulos para conhecer a composição dos produtos para o cabelo que você usa. Muitos deles possuem agentes químicos que podem acelerar a queda dos fios, como alisamentos, tingimentos e permanentes.

Agora que você sabe quais são as principais causas da calvície masculina e o que fazer para evitar, assine nossa newsletter e receba primeiro nossas dicas de saúde e bem-estar.

As 5 doenças infantis mais comuns e como preveni-las

Você sabe quais são as doenças infantis mais comuns? No post de hoje, vamos detalhar 5 delas e mostrar o que fazer para afastá-las de nossos pequenos.

A partir do momento em que um bebê nasce e vai para os braços dos pais, uma coisa é certa: existem doenças que podem investir contra ele durante os primeiros anos de vida.

Com o sistema imune ainda em formação, toda a criança está exposta a quadros infecciosos causados por vírus e bactérias. Esse período exige cuidados, como o estímulo à amamentação e à alimentação saudável, além da necessidade de manter a vacinação sempre em dia.

Por isso, estar bem informado é fundamental. Confira, a seguir, o conteúdo que preparamos para vocês!

1. Gripe e resfriado

A gripe e o resfriado possuem características diferentes, embora ambos sejam causados por vírus. Quando gripados, os pequenos apresentam, normalmente, febre, coriza, prostração e mal-estar. Mantenha a criança vacinada, hidratada e alimentada. Evite ambientes com aglomeração de pessoas e, se for o caso, não as mande para escola ou para a creche.

Já em relação ao resfriado, os sinais são, apenas, febre baixa e coriza. No caso de alguém da família apresentar esses indícios, deve cobrir a boca e o nariz ao tossir e espirrar, além de lavar bem as mãos, constantemente.

2. Diarreia

A diarreia é uma infecção intestinal causada por vírus, bactérias ou parasitas. O principal sintoma é a eliminação frequente de fezes fluidas. O tratamento inclui a ingestão de líquidos e alimentos de fácil digestão.

Para prevenir, é essencial manter os cuidados com a higiene, além de evitar alimentos que podem ter sido expostos a agentes infecciosos.

3. Infecção de garganta

As doenças respiratórias, como a amigdalite — ou infecção de garganta, como é conhecida —, são causadas por vírus ou bactérias. Essa doença provoca falta de apetite, dor, febre, inchaço das amígdalas e mau hálito.

Pode ser evitada, mantendo o cuidado com o ambiente, que deve estar sempre limpo e livre de poeira, além de arejado. Evite o contato com pessoas que estejam gripadas, lembrando sempre de priorizar o sono, a alimentação e a hidratação. É recomendável visitar o pediatra e seguir à risca o tratamento prescrito.

4. Catapora

Assim como o sarampo, a rubéola e a caxumba, a catapora é causada por vírus transmitidos por meio da saliva. Os sintomas são febre, cansaço excessivo e manchas pelo corpo.

Embora esses sinais desapareçam, espontaneamente, em alguns dias, vale a pena procurar um pediatra, o qual receitará medicamentos que aliviam o incômodo provocado pela doença. É recomendável ingerir bastante líquido e evitar o contato com outras crianças. A vacina tetra viral, que previne a doença, deve ser aplicada quando o bebê completa 15 meses de vida.  

5. Otite

A otite — ou dor de ouvido — pode ser o resultado do acúmulo de secreção no canal auditivo, causado por gripes e resfriados ou, até mesmo, pelo leite materno, que costuma escorrer até o ouvido, provocando a proliferação de bactérias. Os principais sintomas são dor, incômodo e, nos recém-nascidos, choro intenso.

Já a otite externa ocorre quando o ouvido não é bem seco e acumula umidade. Nesse caso, é importante secar bem as orelhas com uma toalha macia. Em algumas ocorrências, pode ser necessário o uso de antibióticos ou outros medicamentos para tratar os sintomas.

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Saúde em foco: 6 dicas de como utilizar o 13º salário de forma consciente

Final de ano é sempre sinônimo de compras e mais compras. Presentes, viagens, ceia de natal – e haja dinheiro para conseguir fazer tudo! Ufa. Nós da VidaClass reunimos algumas dicas para você utilizar seu 13º salário da melhor forma possível. Garantir momentos para toda a sua família e ainda iniciar o ano no saldo positivo. Confira!

Utilize o 13º salário de forma consciente

O primeiro passo para utilizar o 13º salário de forma consciente é conhecer sua situação financeira. Liste suas dívidas e contas em atraso, sua previsão de gastos para os próximos meses, suas metas para o ano que vai começar, entre outros. Depois, defina prioridades, reconhecendo o que é mais urgente e mais importante.

Com diagnóstico e planejamento em mãos, fica muito mais fácil saber onde utilizar o dinheiro extra que recebe no final do ano. Para ter algumas ideias, confira, a seguir, dicas de como usar o décimo terceiro da melhor forma.

1. Pague contas atrasadas e quite dívidas

Essa é a primeira indicação de especialistas. Se você tem contas atrasadas ou dívidas, como parcelas de um imóvel, priorize o 13º salário para quitar esses compromissos. Você pode até negociar descontos a depender dos valores.

2. Faça investimentos

Outra opção de usar bem o décimo terceiro é investir o dinheiro. Uma reserva financeira é importante para ser usada em momentos de emergência, como em casos de doença. Se você ainda não tem uma reserva, esse é um bom momento para começar.

3. Invista em serviços de saúde

Com o dinheiro a mais no final do ano, é um bom momento para investir em um serviço de saúde de qualidade. E isso não quer dizer apenas planos de saúde, que estão cada vez mais caros. Investir em serviços que ofereçam descontos em consultas, exames e medicamentos, como o VidaClass, é ideal para quem não pode pagar um plano.

4. Faça um check-up da sua saúde

Você ainda não fez o check-up neste ano? Aproveite para utilizar o 13º salário para fazer consultas e exames. Ir ao médico pelo menos uma vez por ano é suficiente para afastar diversos tipos de problemas de saúde e manter a qualidade de vida.

5. Pague as contas do início do ano

Outra forma de utilizar o décimo de forma consciente é reservando dinheiro para pagar as contas que costumam surgir no início do ano. Impostos, como IPVA e IPTU e matrículas escolares dos filhos, por exemplo, costumam ser despesas que surgem quando o ano começa.

6. Realize um sonho

Se a sua situação financeira permitir, reserve o 13º salário ou parte dele para realizar um sonho. Fazer uma viagem, por exemplo, pode trazer muitos benefícios pessoais que contribuem para sua qualidade de vida.

Com as dicas que apresentamos acima, fica muito mais fácil utilizar o 13º salário de forma consciente. Seja organizado e faça um planejamento. Assim, você não corre o risco de gastar em compras por impulso ou em itens que não precisa e depois se arrepender.

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7 boas práticas que ajudam a amenizar a celulite

A celulite é uma das preocupações estéticas que afeta cerca de 95% das mulheres após a puberdade e consiste em um depósito de gordura sob a pele, principalmente nos quadris, coxas e nádegas, que são locais nos quais a gordura está sob a influência do hormônio estrógeno.

Diversas suposições já foram apresentadas para a origem da celulite, mas ainda não estão cientificamente comprovadas. Entre suas possíveis causas estão os desequilíbrios hormonais, a intoxicação dos tecidos e a má circulação localizada. É certo, porém, que não depende da obesidade para ocorrer: existem mulheres magras com celulite.

Embora seja de ocorrência muito comum, existem algumas maneiras de reduzir sua incidência no corpo. Continue neste post e conheça 7 práticas que ajudam a amenizar a celulite.

1. Adotar uma atividade física

A prática de atividades físicas queima a gordura corporal e ativa a circulação sanguínea. São dois aspectos ligados diretamente ao surgimento da celulite e que podem ser trabalhados.

Você não precisa adotar a vida de um atleta. Caminhadas ativas com duração de 45 minutos, pelo menos 3 vezes por semana, vão contribuir muito para a solução.

2. Fazer exercícios físicos específicos

Além da atividade física regular, exercícios direcionados para as áreas específicas de ocorrência da celulite no corpo constituem uma das melhores iniciativas para sua eliminação. Em especial, séries de agachamento, que reforçam a musculatura das coxas e das nádegas, são as mais indicadas.

Assim, escolha uma série que seja mais adequada para você e pratique-a por cerca de 15 minutos, pelo menos em dias alternados. Se puder fazer todos os dias, os resultados chegarão em menos tempo.

3. Massagear as regiões afetadas

Trata-se de um exercício de automassagem: você cuidando de seu corpo. Pode ser feito com uma esponja ou com escovas próprias para o tratamento da celulite.

Massagens localizadas, feitas diariamente e com duração aproximada de 5 minutos, são suficientes para que você obtenha resultados muito bons. Portanto, incorpore essa prática na sua rotina de cuidados corporais e afaste a celulite.

4. Adotar uma alimentação saudável

Adotar uma alimentação saudável significa manter um cardápio variado, com ingestões regulares de frutas, verduras e legumes. Além disso, evite o máximo que puder consumir produtos industrializados no lugar de alimentos saudáveis.

Considere que a grande quantidade de conservantes, aromatizantes e outros ingredientes comumente utilizados na indústria alimentícia pode ser recebida pelo corpo como substâncias intoxicantes e facilitar as condições para o surgimento da celulite.

5. Beber água regularmente

Beba água regularmente, isto é, não fique longos períodos sem beber. A água é um importante carreador de toxinas para fora do organismo.

Assim, dê essa chance ao seu corpo de poder se livrar de tudo que ele mesmo rejeita. Seu organismo precisa da água sempre disponível para realizar esse trabalho.

6. Evitar roupas muito justas

Roupas muito justas prejudicam a regular circulação sanguínea e ajudam a promover a formação da celulite. Para a saúde do corpo, não há qualquer vantagem na utilização de roupas justas, com exceção para as meias elásticas compressivas. Essas evitam o agravamento da flacidez.

Veja o que é mais importante para você e decida-se por fazer o melhor.

7. Evitar bebidas alcoólicas

O consumo de álcool favorece o ganho de peso. Esse fato sempre caminha na direção provocativa para o surgimento da celulite.

Assim, o efeito do álcool, nesse caso, é semelhante ao desregramento alimentar, induzindo ao acúmulo de gordura corporal. E o que você deseja é amenizar a celulite, certo?

Você já sabe como tratar a celulite. Conheça agora 6 cuidados antes dos 30, que previnem o câncer de mama.

Baixa imunidade: conheça os principais sintomas e como se fortalecer!

Você está sempre doente? Espirros, tosse, dores no corpo, unhas que se quebram, intestinos que não funcionam direito são uma realidade contínua na sua vida? Você pode estar com baixa imunidade!

O sistema imune prejudicado pode levar ao desenvolvimento de doenças ou ao agravamento de uma simples gripe em pneumonia. Esse quadro pode ser controlado, mas precisa de muita atenção e cuidado, já que pode levar à morte.

O que significa a imunidade baixa? Quais são os seus principais sinais e sintomas? Existe um tratamento específico? Tudo isso você vai aprender neste post, agora mesmo.

O que é baixa imunidade?

O nosso corpo é dotado de barreiras físicas e células de defesa contra invasores. Todo essa proteção é denominada sistema imunológico.

Por essa razão, quando o nosso corpo não consegue se defender direito e as nossas proteções se encontram abaladas, chamamos isso de imunidade baixa, já que o sistema imune não consegue trabalhar de maneira eficiente.

Algumas doenças causam naturalmente essa vulnerabilidade. É o caso de aids, lúpus, câncer, anemia, depressão, desnutrição e obesidade, e até a dependência de drogas e álcool.

O uso de medicamentos, como imunossupressores, consumidos por transplantados, ou corticoides, também causa o comprometimento das defesas do corpo. Da mesma maneira ocorre com a ingestão prolongada de anti-inflamatórios e com o estresse contínuo.

Muitos são os fatores que podem levar o organismo a uma situação de fragilidade e suscetibilidade a doenças. O importante é saber como identificar esse quadro e quando procurar ajuda médica para não sair prejudicado.

Quais são os principais sintomas?

Os seus sintomas estão sempre relacionados à redução das defesas do corpo contra todo tipo de agente: bactérias, fungos, vírus e parasitas. Contudo, não existe um exame específico que dê o diagnóstico de que o sistema imune está prejudicado.

Alguns dizem que unhas fracas, cansaço e queda capilar são sinais de baixa imunidade. Todavia, as coisas não são tão simples como parecem, já que esses sintomas são muito imprecisos e podem ser causados por diversos motivos, como a falta de nutrientes e vitaminas.

Como saber, então, se as defesas do corpo estão reduzidas? Veja alguns dos principais sinais e, caso você se enquadre neles, procure um médico para melhor avaliação.

1. Cansaço excessivo e dores no corpo

Se a preguiça e a indisposição não o deixam em paz, pode ser um indício de diminuição da imunidade. O corpo pede que você se recupere e fique em repouso até que ele se restabeleça.

Dores localizadas na cabeça, costas e estômago ou generalizadas também aparecem. Esses sintomas, por outro lado, se mostram inespecíficos e podem ter diversos significados.

2. Náuseas, vômitos e diarreia

A queda da imunidade pode causar muita náusea e vômitos, assim como o mau funcionamento intestinal frequente.

Entramos em contato com microrganismos constantemente pela alimentação. Quando as defesas estão prejudicadas, é mais provável termos uma reação para algo que poderia ser controlado sem que nenhum sinal aparecesse.

3. Aftas, estomatite e monilíase

São lesões que aparecem na boca e gengivas, podendo se apresentar como pequenas úlceras, feridas e pontos brancos escamosos. A aparição desses ferimentos é um indício muito forte de que o sistema imune está com dificuldades.

5. Infecções recorrentes

Doenças simples, como dor de garganta, herpes, problemas de pele e gripe, que demoram para se resolver ou aparecem frequentemente, também podem ser sinais de que o seu organismo precisa de ajuda para se defender.

Existem tratamentos específicos?

A verdade é que dormir mal, não ingerir todos os nutrientes que o seu corpo precisa ou sobrecarregá-lo com substâncias tóxicas, como gorduras trans, tabaco, álcool ou qualquer outra, fará com que a sua saúde seja prejudicada. O sistema de defesa terá muitos lugares para atuar e poderá ficar cansado e abarrotado.

Existem tratamentos específicos, caso seja uma doença autoimune diagnosticada. Todavia, nos casos simples de baixa de imunidade, é importante visitar um médico e verificar o que foi prejudicado, mas as intervenções costumam ser: melhora na alimentação, prática de exercício e diminuição do estresse.

Entendeu como a baixa imunidade pode afetar o seu corpo e de que maneira ela se manifesta?

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