Vai viajar? Saiba quando é necessário tomar vacinas antes

vacinação, além de importante ferramenta de prevenção de doenças, também é um fator importante no momento de se organizar para alguma viagem, principalmente para países tropicais ou que já passaram por alguma epidemia de doença.

Vários países exigem que seus visitantes estejam com determinadas vacinas em dia. E por isso, separamos algumas informações para que você saiba melhor sobre as vacinas para viajar, suas doses e as principais recomendações.

Quais são as vacinas para viajar obrigatórias?

A única vacina obrigatória em escala mundial é contra a febre amarela. Essa doença infecciosa é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti — o mesmo transmissor da dengue, e não tem cura. Além de se vacinar, use sempre repelente e tela nas janelas, e nunca deixa acumular água parada.

A vacinação da febre amarela tem validade de 10 anos e é preciso tomar 10 dias antes de embarcar.

E quais são as vacinas mais recomendadas?

Além da febre amarela, destacamos algumas doenças em que a vacinação é recomendada por diferentes países.

Hepatite A

A infecção é causada pela ingestão de água e alimentos contaminados ou pelo contato direto com pessoas ou produtos já infectados.

Os principais sintomas são fraqueza, sonolência, perda de apetite, dores de cabeça e problemas gastrointestinais.

Hepatite B 

Transmitida comumente pelo contato sexual e/ou pelo sangue — transfusões, agulhas de seringa, tatuagem ou acupuntura.

Os sintomas mais comuns são: sensação de cansaço, fadiga, mal-estar, náusea e perda de apetite. Além disso, a pele e os olhos podem ficar amarelados e a urina escura. Alguns quadros não apresentam sintomas.

Procure saber se no país que você vai visitar está passando por algum surto da doença, pois a imunização exige um certo tempo, já que são 3 injeções aplicadas no período de 6 meses.

Tétano e difteria 

Ambas são doenças infecciosas muito graves, chegando, algumas vezes, a ser fatal. Elas acontecem por feridas infeccionadas na pele.

Os principais sintomas são: falta de ar, asfixia, constrição mandibular, dificuldade em engolir, ritmo cardíaco acelerado e espasmos com costas e pescoço arqueados.

A vacina é recomendada a todos, mas principalmente pessoas que praticam esportes radicais ou que estejam acampando, já que a exposição a cortes e feridas é maior.

Quais locais exigem essas vacinas?

Das vacinas mencionadas nesse artigo, todas as regiões geográficas recomendam a vacinação:

  • Norte e Sul da Europa; 
  • Américas do Norte, Sul e Central;
  • África do Sul e África ao sul do Saara;
  • Ásia Oriental e Centro-Sul da Ásia;
  • Sudeste e sudoeste asiático.

As exigências e peculiaridades de cada país com relação às vacinas mudam constantemente, por isso, procure com antecedência as informações sobre o seu destino. 

Qual o momento de vacinar?

O ideal é marcar uma consulta com seu médico e agilizar a aplicação para, pelo menos, um mês antes da viagem, pois a imunização varia de uma vacina para outra.

Como fazer o certificado internacional de vacinação?

No Brasil, o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é concedido pela Anvisa. O certificado é um documento muito importante e se seu destino é algum país que o exija, ele deve ser apresentado no check-in — e provavelmente no desembarque.

Para requisitá-lo, basta preencher o formulário no site e se dirigir a um dos Centros de Orientação para a Saúde do Viajante com sua carteirinha de vacinação comum.

Mesmo que a febre amarela seja a maior preocupação dos viajantes, não esqueça de procurar informações e outras vacinas para que sua viagem não se torne um problema!

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5 motivos para iniciar o ano cuidando da saúde da sua família

“Prevenir é melhor que remediar”, já dizia o ditado tão repetido por nossas avós e que têm toda a razão. Por isso, começar o ano cuidando da saúde da família é um modo de prevenir doenças e surpresas desagradáveis.

Além disso, é importante checar a própria saúde para que seja possível cuidar das pessoas que você ama, não é verdade?

Fazer consultas e exames com médicos e especialistas anualmente, mesmo sem apresentar nenhum sintoma, permite monitorar o organismo e verificar se está tudo bem com ele.

Neste post, trouxemos 5 motivos para iniciar o ano cuidando de você e de sua família. Confira!

1. Ter uma vida mais tranquila

Saber que está tudo certo com a saúde da família nos traz mais tranquilidade, não é mesmo? Afinal, ela é o bem mais precioso que temos.

Além disso, saber que estamos bem para cuidar dela também é essencial para que possamos ter mais disposição para enfrentar as dificuldades do dia a dia e, claro, curtir e ter momentos felizes ao lado das pessoas que amamos.

2. Aumentar a expectativa de vida

Longevidade é algo que muitas pessoas buscam, ainda mais quando a família é dependente delas. Para isso, ter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente e sempre consultar o médico para conferir como vai a saúde são formas eficazes de aumentar a expectativa de vida e, assim, passar longos anos saudáveis ao lado dos entes queridos.

3. Evitar problemas futuros

Mesmo que você talvez ainda não identifique sintomas, várias doenças e alterações no organismo podem ser detectadas somente fazendo exames clínicos físicos, de imagem e laboratoriais.

Dessa forma, é possível tratar as alterações antes que evoluam para algo mais grave, sendo o diagnóstico precoce, muitas vezes, decisivo nas chances de cura.

4. Zelar pela saúde da família

Começar o ano fazendo um checkup é uma ótima estratégia, já que as crianças ainda estão de férias escolares e isso facilita na hora de levá-las às consultas e aos exames, podendo ter mais horários para marcá-los.

Além disso, a sua saúde também é muito valiosa para elas, portanto, é importante que esteja bem e saudável para que continue passando a segurança que elas têm em você.

5. Economizar nos custos

Você deve estar se perguntando: mas e os custos do checkup? Eu não tenho plano de saúde!

Bom, a maioria deles é composta de exames simples e rotineiros, além da consulta. Aliás, você não precisa de plano de saúde quando tem, à sua disposição, as empresas que oferecem esses serviços com qualidade e preço acessível, podendo pagar somente pelo que realmente está usando.

Tenha em mente que isso é um investimento em que você paga agora, mas que evita grandes gastos mais tarde, pois, tratar de doenças quando já estão apresentando sintomas pode sair mais caro por demandar mais consultas médicas e exames mais complexos.

Cuidar de você e da saúde da família é mais fácil do que parece. Basta manter hábitos saudáveis, incluindo fazer exames clínicos e consultas todos os anos para verificar se está tudo bem com vocês.

Quer saber como encontrar serviços médicos de qualidade e com preços acessíveis? Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo!

Cuidar da saúde no carnaval: 4 dicas para aproveitar bem o folia

É só piscar os olhos que o carnaval já estará aí outra vez! Festas, praia, música e muita folia  essa época do ano pode ser divertida, mas também é uma velha conhecida dos excessos!

Mas, então, como cuidar da saúde no carnaval? Neste post, vamos dar dicas para você se divertir, mas sempre cuidando do seu bem-estar físico e mental!

Continue a leitura e confira!

1. Mantenha-se hidratado

Fevereiro, por si só, já é um mês em que é necessário reforçar o consumo de água por causa do extremo calor; ainda pulando carnaval, nem se fala! Para aguentar os blocos e as festas carnavalescas, só ingerindo muito líquido. Se você bebe álcool, tente intercalar a bebida com água, pois o álcool desidrata. Além disso, ainda vai evitar a ressaca do dia seguinte. Seu eu futuro agradece!

O ideal é consumir, pelo menos, dois litros por dia, mas esse número varia de acordo com cada indivíduo. Sucos naturais, chás e frutas também são bem-vindos, apenas tome cuidado com a quantidade de açúcar. Outras opções de hidratação são água de coco e bebidas isotônicas, como o Gatorade, que repõem sais minerais perdidos na folia.

2. Proteja-se do sol

Chapéus, óculos escuros e muito protetor solar — essas são as recomendações para não voltar para casa com queimaduras e atrapalhar os dias de festa. Especialistas incentivam a aplicação do protetor antes de sair e, em seguida, sua reaplicação a cada duas horas, ao longo de todo o período de exposição, especialmente por causa de toda a transpiração que provavelmente ocorrerá durantes as festas.

A escolha das roupas — ou fantasia! — também é importante. Dê prioridade às de tecido mais leve e às cores claras e use o que for mais confortável. Desde que não prejudique o visual, é claro!

3. Use preservativo

Carnaval é aquele período em que todo mundo está mais descontraído, mais relaxado e descuidos podem acabar acontecendo. Porém, a responsabilidade com seu corpo e sua saúde deve sempre ser uma prioridade. Use e exija sempre o uso da camisinha!

O preservativo ainda é o principal método para evitar a transmissão de doenças, como HIV, herpes e sífilis, entre outras. Além disso, é um dos contraceptivos mais seguros disponíveis. O Ministério da Saúde distribui camisinhas gratuitamente em blocos de carnaval e postos de saúde durante o ano todo.

4. Alimente-se bem

É comum que, durante a semana de carnaval, a gente descuide um pouco mais da alimentação e acabe comendo o que encontrar pela frente ou nem comendo nada. Mas, para ajudar o corpo a aguentar toda essa programação pesada, é preciso que ele tenha o combustível certo.

Priorize alimentos leves e de fácil digestão, como saladas frescas, e evite refeições pesadas e gordurosas demais. Ao comer na rua, preste atenção à conservação dos alimentos e evite aqueles que estão expostos ao sol por um longo período, principalmente os que contêm maionese, molhos e carnes.

Agora você já está preparado para dançar as marchinhas numa boa! Cuidar da saúde no carnaval é importante para uma vida mais saudável. Curtiu as nossas dicas? Então siga-nos nas redes sociais e receba outras informações como essas! Estamos no Facebook, no Instagram e no LinkedIn!

A beleza nos alimentos: 5 vitaminas para os cabelos e unhas

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a vitamina para o cabelo não encontra-se apenas em shampoos e produtos cosméticos. Na realidade, é muito importante manter uma alimentação balanceada, que proporcione os nutrientes necessários para manter a saúde, a qualidade de vida e a beleza.

Assim, é possível nutrir cabelos, unhas e pele de dentro para fora, alcançando resultados excelentes. Pensando nisso, criamos este artigo especial e listamos 5 vitaminas que podem melhorar a saúde dos cabelos e das unhas. Continue a leitura e crie novos hábitos.

1. Vitamina A

A vitamina A tem o poder de regenerar os tecidos da pele e manter a hidratação dos fios de cabelo. Além disso, a vitamina A ajuda o cabelo a crescer mais rápido e mais forte.

Existem vários produtos cosméticos, como ampolas e shampoos com vitamina A, mas a melhor maneira de beneficiar-se das propriedades desse nutriente é por meio da alimentação.

Como incluir a Vitamina A na sua dieta

A vitamina A está presente em alimentos de cor laranja, como a cenoura e o mamão. Ela também pode ser encontrada em alimentos como o espinafre, a manga e a gema de ovo.

2. Vitaminas do complexo B

As vitaminas do complexo B exercem papéis importantes para a manutenção da saúde capilar. A vitamina B3, por exemplo, colabora para o aumento da circulação do couro cabeludo, que ajuda a manter a saúde e a força dos fios.

Já a vitamina B5 ajuda a prevenir a queda de cabelo e a perda da coloração natural. A vitamina B12, também conhecida como cobalamina, oferece inúmeros benefícios para a saúde dos cabelos, pele e unhas. A sua deficiência é uma das principais causas da queda de cabelos.

Como incluir vitaminas do complexo B na sua dieta

A vitamina B3 está presente em carnes brancas, como frango e peixe, e no gérmen de trigo. A B5 pode ser consumida por meio de alimentos como brócolis, batata, abacate, gema de ovo e carne de fígado. A B12 é encontrada em alimentos de origem animal, como ovos, peixes, carnes e queijos.

As pessoas que seguem dietas vegetarianas ou veganas encontram algumas dificuldades para suprir as suas necessidades de vitamina B12. Nesses casos, o mais indicado é optar por cápsulas suplementares.

Vale lembrar que a vitamina B12 também é muito importante para a manutenção da saúde das células, do sistema nervoso e da massa muscular.

3. Vitamina C

Considerada um antioxidante natural, a Vitamina C reforça a imunidade e auxilia na prevenção do envelhecimento, principalmente da pele. A vitamina C ainda potencializa a produção de colágeno e de proteínas que ajudam a manter a beleza dos cabelos e das unhas.

Como incluir vitaminas do complexo C na sua dieta

Quando falamos sobre vitamina C, é comum que as pessoas pensem na laranja, mas essa não é a única fonte da vitamina.

Considerada um dos nutrientes mais acessíveis, a Vitamina C está presente em frutas, como Kiwi, morango, acerola, limão, goiaba e caju. Ela ainda pode ser consumida no brócolis e no pimentão.

4. Vitamina D

A vitamina D tem uma importante função para a saúde dos cabelos: criar novos folículos pilosos e auxiliar na saúde dos já existentes. Os folículos pilosos são os poros por onde os fios de cabelo nascem. Ou seja, quando eles estão saudáveis, os cabelos crescem fortes e bonitos. Quando eles estão danificados, os fios tendem a cair.

Como incluir vitamina D na sua dieta

As principais fontes de Vitamina D na alimentação são os peixes, os frutos do mar, os ovos, o leite e cogumelos.

5. Vitamina E

A vitamina E também possui efeito antioxidante, além de auxiliar na circulação sanguínea do couro cabeludo e fortalecer as unhas.

Como incluir vitaminas E na sua dieta

A vitamina E está presente em óleos vegetais, no gérmen de trigo, nas nozes, sementes, grãos e em folhas verdes. 

Vale lembrar que a carência de vitamina para o cabelo pode causar problemas mais sérios, como queda excessiva e ressecamento. Portanto, aproveite as nossas dicas e crie novos hábitos alimentares.

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Dores no idoso: conheça as principais queixas na terceira idade

A cada ano, o correr dos dias contabiliza a passagem do tempo de cada um, até que a velhice chega tanto para nós, quanto para nossos entes queridos.

É verdade que o passar da idade traz consigo muitas alegrias: vemos os filhos crescerem, progredimos profissionalmente, viajamos, realizamos sonhos, entre tantas outras coisas. Mas também temos que estar preparados para o processo natural do envelhecimento do corpo, que muitas vezes acarreta dores no idoso.

O crescimento da fatia populacional com mais de 60 anos significa que aumentou também o número de pessoas, de ambos os sexos, que convivem com algum tipo de doença ou distúrbio típico da terceira idade.

Independentemente da idade, a dor significa que alguma coisa não está bem. O agravante no caso dos idosos é que a dor tende a ser mais intensa e mais recorrente e nem sempre é devidamente tratada pelos familiares e cuidadores, que deveriam sempre procurar a orientação de um médico geriatra.

Para entender melhor esse processo, confira abaixo quatro tipos de dores comuns nessa faixa etária.

Osteoartrose

A osteoartrose, que também é conhecida como artrose ou osteoartrite, é caracterizada por um processo natural de deterioração lenta e progressiva da cartilagem articular que recobre as extremidades ósseas e amortecem os impactos no joelho, quadril e ombros.

A doença atinge principalmente pessoas acima de 55 anos e as mulheres são afetadas mais cedo, devido às alterações hormonais próprias do envelhecimento feminino.

Familiares e idosos precisam estar atentos para procurar ajuda médica quando a dor e a sensação de rigidez se repetirem por vários dias. O tratamento é feito com exercícios, fisioterapia, anti-inflamatórios e analgésicos.

Artrite

É uma inflamação das articulações muito comum em idosos, que causa dor e rigidez. Também atinge predominantemente o sexo feminino, especialmente as idosas, embora também possa acometer mulheres mais jovens. Além da idade, é preciso estar atento a aspectos de excesso de peso, traumas e até mesmo genéticos.

O tratamento varia de acordo com a causa da artrite e consiste no uso de medicamentos prescritos pelo médico para aliviar as dores no idoso.

Distúrbios de coluna

Pessoas de todas as faixas etárias apresentam problemas de coluna. Entretanto, o maior número de indivíduos que enfrenta esse tipo de problema está na chamada terceira idade. Isso ocorre quando pessoas idosas apresentam alterações fisiológicas, como a diminuição da massa óssea, que geralmente leva à osteoporose, doença comum em mulheres.

O tratamento deve sempre ser indicado por um profissional especializado. Mas vale a pena investir nas boas práticas de postura (os exercícios de RPG – Reeducação Postural Global, por exemplo, podem ajudar muito), atividades físicas regulares e controle do peso corporal.

Doença Vascular Periférica

Com o avanço da idade, os vasos sanguíneos também sofrem modificações por degeneração natural ou derivada de fatores externos. As paredes das artérias engrossam e acumulam calcificações, tornando-se rígidas. Isso altera o fluxo sanguíneo, o que pode causar dor, especialmente nas pernas.

Esse quadro, aliás, pode levar a outras doenças, como hipertensão arterial ou pressão alta, como é mais conhecida.

O tratamento varia de acordo com as características e condições de cada paciente, o que exige avaliação e acompanhamento médico e pode ser conduzido com a utilização de medicamentos ou procedimentos cirúrgicos, dependendo do caso.

Se você gostou dessas informações e quer saber mais sobre envelhecimento, entre em contato com a gente.

 

Chegou o verão! 4 cuidados especiais com o cabelo nessa estação

O verão é sinônimo de sol, praia, piscina e diversão. Apesar de toda badalação, é um momento de atenção ao corpo e à saúde, já que sua pele e seu cabelo ficam expostos a vários fatores que podem prejudicá-los, como a água do mar, cloro da piscina e principalmente os raios solares.

Neste post, você entenderá quais são os principais problemas que acontecem com o cabelo no verão e conhecerá 4 dicas para mantê-los saudáveis e bonitos. Acompanhe!

Principais danos ao cabelo no verão

Os raios ultravioleta (UVA) e B (UVB) e a exposição constante ao sol enfraquecem os fios do cabelo, podendo manchá-los e até queimá-los. Isso porque esses raios promovem a oxidação capilar. Com isso, os fios ficam mais difíceis de desembaraçar, perdendo brilho e criando uma textura áspera e quebradiça.

Por degradarem os pigmentos de melanina, a exposição aos raios solares causa desbotamento dos fios coloridos e clareiam naturalmente os cabelos virgens.

Quando já foi feito algum processo químico, como coloração, descoloração, mechas ou alisamentos, as madeixas precisam de maior atenção, já que a estrutura da fibra foi modificada, ficando mais sensibilizada.

Para que seus fios fiquem protegidos nessa época, preparamos para você uma lista de 4 dicas de cuidados com o cabelo no verão. Confira:

Cuidados essenciais com o cabelo no verão

1. Use protetor solar

Assim como existem cremes para rosto e corpo, há protetores solares para os cabelos. Afinal, tanto os fios quanto a pele sofrem com a exposição excessiva ao sol, podendo causar manchas e queimaduras, além de problemas mais graves, como câncer de pele.

Por isso, o uso de protetor solar é indispensável não só no verão, mas em todas as estações do ano. Esses produtos, no caso dos cabelos, envolvem os fios e formam uma barreira que os protegem contra o sal, cloro e os raios UVA e UVB.

Para quem já submeteu os fios a processos químicos, é indispensável o uso do protetor, para que o cabelo não fique ainda mais fragilizado. Além disso, os crespos, cacheados e finos são naturalmente mais frágeis, sendo mais prejudicados pela exposição excessiva ao sol.

2. Hidrate os cabelos

Sofrendo com lavagens frequentes e a ação do sol, os fios arrepiam, ressecam e armam. Para isso, é importante que o cabelo receba hidratação semanalmente. O ideal são as máscaras de nutrição ou hidratação, ricas em aminoácidos e óleos vegetais.

A dica é usar cremes e leave-in antes de entrar no mar ou piscina, para ajudar a blindar os fios contra os danos do sal e cloro. Ao sair, lave os fios com água doce e reaplique o creme.

3. Atenção ao secador de cabelo

Se não dispensa o secador nem no calor, a sugestão é que você utilize o aparelho no modo frio, deixando uma distância de 30 centímetros da cabeça. As altas temperaturas ressecam os fios, prejudicando o brilho, a maciez e o movimento.

4. Escove os cabelos

Depois de sair da água não esqueça de desembaraçar os fios, já que escovar ajuda a evitar a quebra. Com um pente de madeira grosso, comece pelas pontas e depois vá subindo devagar. Nunca prenda seus cabelos molhados para não parti-los!

Agora você já sabe como cuidar do cabelo no verão. Quer ficar por dentro das dicas de saúde e manter uma vida saudável? Então assine nossa newsletter e receba conteúdo em primeira mão!

Natação para crianças: por que incentivar seu filho a nadar?

Com tantos estímulos vindos do celular, da televisão e do computador, é convidativo passar boa parte do dia sentado, interagindo somente com a tecnologia. Mas, se esse costume é nocivo para os adultos, é ainda menos recomendado para as crianças, pois as priva de experiências importantes para o desenvolvimento.

Para evitar o sedentarismo dos pequenos, uma boa ideia é incentivá-los a praticar um esporte. E, na busca pela atividade física ideal, a natação para crianças é uma ótima pedida.

Além de botar a garotada para se mexer, esse esporte tem muitos outros benefícios e bons motivos para levar já os pequenos para a piscina. Veja quais neste post:

Natação para crianças faz bem ao coração

Além de reduzir a frequência cardíaca, nadar estimula a circulação sanguínea. A prática ajuda a queimar gordura, especialmente aquela que se aloja em torno do coração. Consequentemente, diminui o risco de problemas cardíacos e deixa o coração mais forte, capaz de bombear mais sangue.

O esporte também faz com que os vasos sanguíneos se dilatem, deixando a pressão arterial estável. Isso diminui os riscos de as crianças se tornarem hipertensas no futuro.

Ela também beneficia a respiração

Com o movimento de braços, que faz abrir e fechar as costelas, a natação não só fortalece os músculos da parede torácica, como também dá elasticidade aos pulmões, fazendo a criança inspirar e expirar mais profundamente, isto é, puxando mais ar.

Deslocar-se na água exige que a respiração seja mais forte, pois o meio oferece mais resistência do que o ar. Por isso, a natação também torna a respiração naturalmente mais ampla, com o aumento da capacidade dos pulmões.

Tudo isso junto faz da natação uma excelente maneira de combater alergias e tratar problemas respiratórios. Inclusive, alguns dos grandes nadadores do mundo começaram a frequentar as piscinas na infância, sem pretensão nenhuma, só porque os médicos haviam recomendado o esporte para curar asma ou bronquite.

Natação ajuda no desenvolvimento motor

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia comprovou os benefícios do esporte à motricidade infantil. As crianças analisadas fizeram natação desde bebês e, aos 5 anos, saíram-se melhor em testes físicos, como chutar a bola para o gol e pular corda, do que outras crianças que não nadavam.

Além disso, praticar atividades físicas na água ajuda a aprimorar a noção espacial, o que facilita o aprendizado de conceitos da geometria. Ou seja, a vida escolar da criança pode ficar mais fácil graças ao esporte.

Ela é benéfica à saúde mental

O meio aquático ajuda a relaxar a mente, e a natação faz o corpo liberar endorfinas, que aliviam o estresse e melhoram o humor. Por trabalhar a respiração, o esporte também é comparado à ioga e à meditação.

A natação também ajuda a socializar, melhora a autoestima da criança e a torna mais independente, por ser uma atividade que depende inteiramente da sua dedicação e do seu empenho.

Natação para crianças é, também, um esporte seguro

Praticar atividades físicas na água tem risco quase nulo de lesões, porque o meio amortece o impacto.

Além disso, saber nadar com desenvoltura é útil e pode evitar acidentes.

Dentre tantas opções de esportes, a natação para crianças pode ser uma escolha certeira por agregar crianças de diferentes perfis, das extrovertidas às com dificuldades de se relacionar em grupos.

O esporte também não limita seus praticantes no que diz respeito a biótipo e não só pode ser praticado — como ajuda a curar — quem tem asma e outros problemas respiratórios.

A faixa etária também é irrestrita: bebês a partir dos 6 meses, que têm imunidade a algumas doenças, já podem praticar.

Muitas academias permitem que novos alunos façam uma aula experimental gratuita. Vale levar a garotada e, quem sabe, descobrir aí o seu esporte favorito.

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Como calcular corretamente o período fértil da mulher?

Frequentemente associado às fases da lua e às estações do ano, principalmente por povos antigos, o ciclo menstrual feminino é marcado por quatro etapas bem delimitadas: a menstruação, o amadurecimento do óvulo, a ovulação e o momento em que o recobrimento do endométrio começa a se desprender. 

Cada ciclo dura, em média, 28 dias, e as etapas são marcadas por picos ou declínios na produção de hormônios, como estrógeno e progesterona. Por isso, em apenas uma fase é possível engravidar.

Para entender qual é o momento mais propício para o óvulo ser fecundado e descobrir como calcular o período fértil, acompanhe o texto abaixo.

Por que calcular o período fértil

Tanto mulheres que estão tentando engravidar quanto as que não desejam ter um filho no momento precisam conhecer o próprio ciclo. Ele provoca alterações físicas e emocionais e sabê-lo com precisão não só melhora a relação com o próprio corpo, como ajuda a engravidar ou a prevenir uma gravidez indesejada.

O que é período fértil

O momento do ciclo em que há maior probabilidade do óvulo ser fecundado é o dia da ovulação e os dias próximos a ela. Essa fase tem o nome de período fértil e é marcada pelo amadurecimento do óvulo, que está pronto para a fecundação e se posiciona no útero de forma a se tornar acessível aos espermatozoides. 

Ele acontece exatamente no meio do ciclo menstrual, que, em geral, é no 14º dia dele.

Aumento da libido, mais fome e a presença de uma secreção na vagina, que facilita a entrada dos espermatozoides, são características do período fértil que podem ser sentidas todos os meses. 

Essas mudanças são causadas pela presença do hormônio progesterona, liberado junto com o óvulo pelos folículos.

Como calcular o período fértil

Para saber quando acontecerá a sua próxima ovulação e em quais dias você estará no período fértil, é preciso fazer algumas contas simples. 

O ciclo começa no primeiro dia da menstruação e termina no último dia antes da menstruação seguinte. 

Ele pode variar entre 25 e 35 dias de duração, sendo que nem todas as mulheres têm ciclos regulares. Em alguns casos, um ciclo dura menos e o seguinte dura um pouco mais. Por isso, para calcular com segurança, é preciso observar o próprio corpo por alguns meses. 

O primeiro passo é anotar o dia em que a menstruação começou. Se o seu ciclo for de 28 dias, a ovulação ocorrerá 14 dias depois dessa data. O período fértil começará 3 dias antes da ovulação e terminará 3 dias depois que ela acontecer, ou seja, é provável que você engravide entre o 11º e o 16º dia do seu ciclo menstrual. 

Caso o seu ciclo seja irregular, será necessário observar qual é a maior e a menor duração dele. É aconselhado que você marque durante um ano os dias em que sua menstruação veio para ter mais exatidão no cálculo. Para calcular o período fértil, subtraia 18 do número de dias do ciclo mais curto, e subtraia 11 do número de dias do ciclo mais longo. Os dois resultados são o primeiro e o último dia do seu período fértil. 

Quer um exemplo? Se o ciclo mais curto é de 26 dias, ao subtrair 18, o resultado é 8. E, se o ciclo mais longo é de 32 dias, ao subtrair 11, o resultado é 21. Portanto, seu período fértil acontece do 8º ao 21º dia a partir do início da última menstruação. Assim, entre essas duas datas você tem chances de engravidar.

O cálculo da ovulação não serve como único método contraceptivo, pois é passível de erro, especialmente na adolescência e no pós-parto, quando os ciclos ainda não são estáveis.

Porém, calcular o período fértil é importante para quem decidiu ter um bebê, pois ajuda a encontrar os melhores dias para a concepção. 

Além disso, é uma boa maneira de observar e conhecer melhor o próprio corpo, sentindo como o ciclo menstrual influencia os aspectos físicos e emocionais dele. 

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Afinal, qual a diferença entre gripe e resfriado?

Certamente em algum momento da vida já sentimos febre, dor na garganta ou tosse. Estes, entre outros sintomas, podem estar associados a alguma doença respiratória e é comum que alguém próximo nos alerte: você está resfriado ou gripado. Mas qual é a diferença entre gripe e resfriado?

Confira abaixo os sintomas de cada uma dessas doenças e saiba como preveni-las. 

Gripe

A gripe ou influenza é uma infecção viral e geralmente apresenta febre alta, dor muscular, dor de cabeça e de garganta, coriza (secreção nasal), mal-estar e tosse seca. Os sintomas podem durar cerca de 10 dias e é preciso estar atento à febre persistente.

À medida que a doença progride, os sintomas como a tosse podem incomodar mais, porém, começam a ceder em alguns dias. Não custa nada ficar atento, pois existem casos em que a doença pode apresentar complicações como a pneumonia, o que demanda acompanhamento especializado.

Resfriado

Já o resfriado, que também é uma doença respiratória, apresenta sintomas mais brandos que incomodam por dois ou quatro dias. Entre eles estão a secreção nasal, tosse e, em alguns casos, pode causar dores de cabeça e no corpo e rouquidão.

Mesmo que os sintomas iniciais sejam parecidos, a principal diferença entre gripe e resfriado é o fato de serem causadas por vírus diferentes. A gripe é causada pelo vírus Influenza e o resfriado está associado ao rinovírus, aos vírus parainfluenza e ao vírus sincicial respiratório, muito comum em crianças.

H1N1

O vírus H1N1, que ficou conhecido como o causador da gripe suína, requer mais atenção devido aos sintomas que incluem febre alta, acima de 38 ou 39 graus, com início repentino.

A pessoa apresenta, ainda, dores musculares, de cabeça, garganta e nas articulações, além de tosse, secreção nasal, cansaço e falta de apetite. Alguns pacientes apresentam o quadro de diarreia e vômito. Neste caso, é fundamental buscar por cuidado médico o quanto antes.

Como evitar

Tanto a gripe quanto o resfriado podem ser evitados com hábitos de higiene, como lavar as mãos, não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres e copos, além de manter sempre os ambientes bem ventilados e evitar o contato próximo com pessoas que apresentam sintomas das doenças.

Ao espirar ou tossir, cubra o nariz e a boca com a parte interna do braço. Isso evita que você toque em pessoas e objetos com as mãos contaminadas.

No caso da H1N1, é importante evitar o contato com animais e de pessoa para pessoa, pois a contaminação acontece por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias.

Vacinação

Agora que você já sabe qual é a diferença entre gripe e resfriado, é importante cuidar também da vacinação, que  é fundamental para a proteção contra a gripe.

A Organização Mundial da Saúde determina qual deve ser a composição da vacina Influenza, sendo necessário vacinar-se todos os anos, em campanhas para grupos específicos da população, estabelecidos pelo Ministério da Saúde ou para toda a população em serviços especializados.

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Respire fundo! 6 dicas que ajudam a controlar a ansiedade

As pessoas estão ficando cada vez mais ocupadas — na correria do dia a dia, na pressão do trabalho, tomando conta da casa, cuidando dos filhos, entre tantas outras demandas. Com isso, muitas vezes, esquecemos de olhar para nós mesmos e para os sinais que o nosso corpo dá quando algo não vai bem.

A ansiedade pode ser uma das consequências de uma rotina agitada. Geralmente, é caracterizada pelo excesso de expectativa em relação a um evento futuro. Contudo, se frequente e exagerada, pode trazer prejuízos à saúde e se tornar um transtorno.

Alguns sintomas do transtorno de ansiedade são medo, mal-estar, apreensão, desconforto e a sensação constante de que algo ruim está para acontecer. Como evitar e não sofrer desse mal? Continue a leitura e descubra as nossas dicas de como controlar a ansiedade!

1. Tenha uma alimentação saudável

Os alimentos possuem nutrientes responsáveis por todo o funcionamento do organismo. Ter uma dieta equilibrada, variada e de qualidade garante que o seu corpo esteja bem nutrido e, com isso, tenha energia e vitalidade.

O triptofano, por exemplo, é um aminoácido precursor da serotonina, neurotransmissor que regula o sono e humor. É encontrado em maior quantidade na banana, cacau, amêndoas e abacate. Portanto, dê mais atenção a esses alimentos e consuma-os regularmente.

Além disso, é importante que você procure um nutricionista para auxiliá-lo a fazer as melhores escolhas alimentares. Assim, você garante que suas necessidades nutricionais serão completamente atendidas no seu dia a dia.

2. Pratique atividades físicas

Além de todos os benefícios já conhecidos da prática de exercícios físicos  — como a perda de gordura corporal, ganho de massa muscular, resistência, melhora na respiração e circulação sanguínea —, eles também são capazes de liberar substâncias que trazem sensações de prazer e relaxamento.

Entre várias opções de atividades físicas, busque aquela de que mais goste e que mais dê prazer para você. Desse jeito, você assegura que vai praticá-lo com regularidade e garante mais uma maneira cotidiana de controlar a ansiedade.

3. Durma bem

Dormir uma boa noite de sono é fundamental para revigorar o corpo e a mente e para trazer disposição para enfrentar o dia que acaba de começar. Afinal, é enquanto você dorme que o organismo libera substâncias indispensáveis.

Na hora de deitar, o ideal é deixar as preocupações de lado, desligar os aparelhos eletrônicos e ter um ambiente confortável e aconchegante!

4. Tire um momento para relaxar

Esvaziar a cabeça e ter um tempo só para você é fundamental para a saúde da mente.

Para se certificar de que isso não vai ficar de lado em meio à correria e a todas as obrigações do dia a dia, busque por práticas prazerosas como ioga, relaxamento e massagem. Também é uma ótima ideia dedicar-se a um hobby, como ler, dançar, cantar e trabalhar com artes manuais, por exemplo.

5. Passe mais tempo com a família

Desacelere o ritmo do cotidiano e dê uma pausa para contemplar as pessoas de que você gosta.

Passar momentos agradáveis com quem amamos nos faz esquecer os problemas e aliviar as tensões, além de criar boas lembranças.

6. Procure ajuda profissional

Às vezes, somente mudar as atitudes do cotidiano não é suficiente. Quando os sintomas não desaparecem, mesmo tomando os devidos cuidados, é a hora de procurar o auxílio de um profissional especializado.

O psicólogo vai ajudar você a entender melhor aquilo pelo que está passando. Ele também avaliará qual o melhor tratamento a seguir e, se necessário, indicará um médico que possa receitar os remédios adequados.

Quando a vida estiver acelerada demais, dê uma pausa e respire fundo. Siga as nossas dicas para controlar a ansiedade e fique mais leve! Gostou do nosso post de hoje e quer continuar por dentro das novidades? Siga-nos no Facebook, no Instagram e no LinkedIn!